quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

TRF-MG depende do Conselho de Justiça



O início dos procedimentos do concurso do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que abrange, entre outros estados, Minas Gerais, depende apenas de alocação de recursos, decisão que está nas mãos do Conselho da Justiça Federal, órgão responsável pela administração e supervisão de recursos e pessoal dos TRFs e de outras instituições da Justiça Federal.

O concurso deve oferecer formação de cadastro de reserva nos cargos de técnico judiciário, de nível médio, mais analista judiciário, de nível superior, em diferentes áreas e especialidades. O primeiro tem remuneração de R$7.111,86 e o segundo, de R$11.063,80. Ambas as remunerações incluem auxílio-alimentação, gratificação de atividade judiciária (GAJ) e vantagem pecuniária individual (VPI).

O tribunal tem como tradição o grande número de candidatos convocados, sendo 1.122 no último concurso, realizado em 2011. Na época, a avaliação foi feita por meio de prova objetiva, redação e prova de estudo de casos, variando conforme o cargo.

Na prova objetiva, Língua Portuguesa, Noções de Informática, Matemática e Raciocínio Lógico-Matemático, além de noções de Direito Administrativo, Constitucional, Processual Civil e Processual Penal foram as disciplinas cobradas pela Fundação Carlos Chagas, instituição organizadora. O TRF1 abrange, além de Minas Gerais, Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins e o Distrito Federal.

Confira dicas de Matemática

Professor Renato OliveiraEstudar com antecedência é uma recomendação recorrente entre os professores especialistas em concursos públicos. Para Renato Oliveira, professor de Matemática e Raciocínio Lógico do site "Matemática Pra Passar", não é diferente. Na opinião dele, um dos maiores erros dos candidatos é justamente não estudar com antecedência, o que se intensifica quando se trata de um concurso com o "peso" do TRF1.

Para Renato, a melhor estratégia de estudo envolve um plano bem montado, de forma que o candidato consiga conciliar seu tempo disponível com as matérias do concurso. "Ele pode utilizar todas as ferramentas, como curso presencial, videoaulas ou apostilas, desde que consiga criar um bom plano de estudos", comenta. Nessa fase, a dica é praticar, que é, para o professor, a melhor forma de se aprender Matemática.

Sobre o conteúdo do concurso, ele recomenda concentrar os estudos nos assuntos tabela-verdade, negações e sequências em raciocínio lógico, além de razões e proporções, divisão proporcional, operações com números reais e porcentagem em Matemática. "É óbvio que se deve estudar todo o conteúdo, mas com ênfase nesses assuntos", observa. Além de estudar a matéria completa, o conselho é reservar um tempo para revisá-la em algum período antes da prova.

O professor ainda sugere dedicação e otimismo por igual a todos os candidatos, independentemente das condições ou do tempo. "Lembre-se que concurso público se estuda até passar. Não existe cedo ou tarde, não existe tempo certo ou errado", encerra.



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Serviço:


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Para mais informações consulte o nosso blog.

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